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Ecossistema Red Bull x Grupo City

  • Foto do escritor: Jonathan Escouto
    Jonathan Escouto
  • 10 de abr.
  • 3 min de leitura

A Red Bull é o maior ecossistema esportivo do mundo! ⚡


Um ecossistema completo em múltiplos esportes (futebol, F1, esportes radicais, mídia própria). Uma super referência de integração entre conteúdo, performance e branding.


Já o Grupo City, construiu uma rede estratégica de clubes espalhados pelo mundo, ativos esportivos e comerciais.


Não é a mesma coisa!


Red Bull x Grupo City

Quando falamos em grupos, que na verdade são grandes conglomerados de investimento esportivo, muita gente coloca tudo no mesmo pacote.


Grupo City, Grupo Pachuca, Eagle, 777…


O Grupo City controla cerca de 13 clubes no mundo inteiro, sendo o Manchester City como principal ativo gerador de receita, mas também tem o Bahia, o Girona, New York City nos EUA, Yokohama F. Marinos no Japão, O Montevideo City Torque no Uruguai, tem clube até na Austrália.


O Grupo Pachuca possui seis equipes focadas na América Latina e Europa: Pachuca e León (México), Everton (Chile), Real Oviedo (Espanha), Coyotes de Tlaxcala (México) e Atlético Atenas (Uruguai). O grupo é conhecido pelo desenvolvimento de jovens talentos e multipropriedade regulada pela FIFA.


Outro grupo muito interessante é o Fenway Sports Group: com clubes como o Liverpool, e franquias na MLB e NHL.​


Mas vamos lá, o foco da análise hoje é a comparação entre o Grupo City e a Red Bull…


Existem diferenças estruturais aí, que dizem muito sobre o futuro do futebol. E talvez, a principal delas, esteja na forma como cada um entende o jogo fora de campo.


Red Bull e Grupo City operam sob uma lógica parecida na superfície:


  • clubes

  • presença global

  • investimento em desenvolvimento


Mas a semelhança pára por aí.


A Red Bull não entrou no esporte para investir em clubes. Ela entrou para construir um ecossistema próprio.


Clubes, atletas, eventos, mídia, lifestyle… Tudo conversa entre si.


O Salzburg forma.

O Leipzig performa.

O Bragantino conecta com o mercado local.


E tudo isso alimenta a mesma narrativa de marca.


No Grupo City, o caminho é diferente. Existe uma rede extremamente eficiente de clubes:


  • compartilhamento de scouting

  • padronização de modelo de jogo (em teoria 👀)

  • desenvolvimento de atletas


Mas o centro não é a marca City. É o futebol.


👉 A Red Bull usa o esporte para fortalecer um ecossistema de marca.

👉 O Grupo City usa a estrutura para potencializar a performance esportiva.


Essa diferença muda a forma como cada um cresce, se posiciona e monetiza.


🌍 Grupo City: escala global esportiva Clubes em diferentes continentes operando sob uma lógica integrada. A vantagem competitiva está na eficiência e no volume de ativos.


🎥 Red Bull: domínio de narrativa A marca não depende de terceiros para contar suas histórias. Ela produz, distribui e amplifica. Isso reduz a dependência de mídia e aumenta o controle de percepção.


Os dois modelos funcionam!


Mas entregam coisas diferentes.


Um constrói um sistema onde tudo reforça a marca.O outro constrói uma estrutura onde tudo reforça o desempenho.


Se você trabalha com esporte, vale prestar atenção nisso:


👉 No longo prazo, a disputa não é só por títulos ou audiência.


O nosso desafio é cada vez mais transformar uma estrutura esportiva em percepção de marca.


E isso, quase sempre, passa por quem controla melhor a narrativa. E nessa perspectiva o ecossistema da Red Bull é o maior case mundial. Concordam?


Se você quiser se aprofundar neste tema, pode acessar uma análise mais completa sobre a replicabilidade do “modelo Red Bull”:



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Conteúdo produzido para Doble Cinco, a escola de marketing esportivo mais completa da América Latina. Siga @doblecinco.mkt nas redes sociais e assine a Newsletter Doble Cinco, lá compartilho semanalmente esse tipo de análise. Receba o conteúdo completo em espanhol e em primeira mão todas às quintas-feiras 09am. Abraço de gol!

 
 
 

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