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O controle digital da Copa do Mundo é do TikTok

  • Foto do escritor: Jonathan Escouto
    Jonathan Escouto
  • 14 de mai.
  • 3 min de leitura

No início do ano, a FIFA anunciou que o TikTok seria a plataforma com preferência na produção de conteúdo da Copa do Mundo 2026.


Sem YouTube, nem Instagram, só TikTok


TikTok FIFA

Este acordo inédito é uma continuação da colaboração bem-sucedida durante a Copa do Mundo Feminina de 2023 e segue até o final de 2026.


A Copa do Mundo Feminina de 2023 gerou dezenas de bilhões de visualizações dentro do TikTok.


A parceria terá como base um hub imersivo da Copa do Mundo da FIFA 2026 no TikTok, um centro dinâmico alimentado pelo TikTok GamePlan. Lá, os fãs poderão descobrir conteúdos que darão vida ao torneio com 48 seleções, além de informações sobre ingressos e transmissões, e incentivos como figurinhas personalizadas, filtros e recursos de gamificação.


Mas na prática, o que significa isso?


  • Acesso ampliado a conteúdo oficial

  • Hub exclusivo dentro da plataforma

  • Possibilidade de cortes, bastidores e até transmissões parciais

  • Programa global de creators com acesso a treinos, coletivas e imagens oficiais


Isso muda uma estrutura que existe há décadas


O conteúdo da Copa deixa de ser restrito a grandes veículos. E passa a circular de forma distribuída.


O ponto central é o acesso!


Durante muito tempo, cobertura esportiva era sobre credencial.


Quem tinha acesso, produzia.

Quem não tinha, no máximo, comentava.


Esse modelo foi reconfigurado. Criadores passam a ter acesso direto ao evento.


E com isso, surge um novo cenário:


O conteúdo da Copa do Mundo pode ser produzido por quem quiser e souber contar boas histórias, não apenas por quem tem estrutura. 


A nova jornada do torcedor


Antes: jogo → comentário → highlight

Agora: conteúdo → identificação → interesse → jogo


Concordamos que, atualmente, o contato com o esporte começa muito antes da transmissão, praticamente não acaba.


E acontece em formatos mais curtos, mais rápidos e mais frequentes, aumentando bastante a audiência.


E isso resolve uma tensão antiga do mercado!


Plataformas digitais deixam de competir com a TV e passam a funcionar como extensão dela.


Dados do estudo Rumo ao Mundial, da Worldpanel by Numerator, mostram que o nível de interesse dos torcedores está diretamente ligado à forma como as pessoas se organizam para assistir aos jogos, influenciando desde o planejamento de compras até os canais de consumo.


Na Argentina, por exemplo, 88% dos torcedores pretendem assistir aos jogos em casa


No Brasil, pesquisas recentes mostram um comportamento claro do torcedor:


  • consumo diário de conteúdo esportivo em vídeo curto

  • alta taxa de compartilhamento

  • forte conexão com creators, não apenas com veículos


Abrindo espaço justamente para creators independentes, marcas menores, fazendo com que a disputa deixe de ser só financeira e passe a ser criativa.


Esse é o mundo do Sport Marketing 4.0, as marcas e as empresas estão constantemente buscando novas formas de chegar e conectar com a audiência.


FONTES: 


SUBA Influência, pesquisa ‘Brasil: O País do Torcedor’

Estudo Rumo ao Mundial, da Worldpanel by Numerator 


 


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